
“Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Castigarei o rei da Babilônia e a sua terra assim como castiguei o rei da Assíria. Mas trarei Israel de volta a sua própria pastagem e ele pastará no Carmelo e em Basã; e saciará o seu apetite nos montes de Efraim e em Gileade. Naqueles dias, naquela época, declara o Senhor, se procurará pela iniquidade de Israel, mas nada será achado, pelos pecados de Judá, mas nenhum será encontrado, pois perdoarei o remanescente que eu poupar.” Jeremias, 50.18-20 Olhando friamente para as atitudes do povo de Israel e para o seus líderes, tanto reis, quanto sacerdotes, a impressão que temos é que o seu fim estava desenhado e que Deus não os perdoaria. Avançando na história, vendo-os rejeitar a salvação de Deus, de novo temos a mesma impressão, afinal, foram espalhados mundo afora. Quando contemplamos os horrores do Holocausto, de novo a impressão de fim paira sobre Israel. Mas, como podemos ler nas palavras finais do Senhor a Jeremias, viria o tempo da restauração, da prosperidade e, principalmente do perdão. E essa graça não era somente para eles!