
É da natureza do tempo que o dogma tenha fim É da natureza do tempo que a razão invada assim É da natureza do tempo que um império tenha fim É da natureza do tempo que o sofrimento tenha fim Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares E como a história conta, os antigos caem em mares Quando o novo encontra o velho, ruem certeza e crenças E como a história conta, a verdade sempre florece Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo A aurora do futuro já vem Cercados pelo medo, o fim da ameaça chega ao sim A aurora do futuro já vem O império da cruz cai, frente à ciência que não trai Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou Hipátia grita que ecoa 2.000 anos, de dor e razão Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou Num mundo de fé, sem fé, vencemos Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga Quando a nova era brilha, a liberdade não recua Quando a nova era surge, a fé vira relíquia Quando a nova era brilha, a razão resurge É da natureza do tempo que a mentira se desfaz É da natureza do tempo que a clareza vem em paz É da natureza do tempo que os humanos acordem É da natureza do tempo que os gritos sejam ouvidos Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia Chamaram de infieis, mas eles que realmente eram fiéis A aurora da verdade chegou == História Em torno de 1960, Madalyn O'Hair começou a lutar contra orações obrigatórios nas escolas. Depois de anos de estresse e luta em corte, ela conseguiu. Ela não era a única, já havia outras pessoas tentando, mas ele não teve medo de servir como para-raios do ódio cristão. "Cresci católico e minha mãe costumava falar dessa mulher como se fosse o próprio diabo e como se ela fosse a razão da decadência moral da América. Uau." @lexi7749, revisão do filme no YouTube Andando pelo YouTube, no Trailer do filme dela pela Netflix, uma pessoa escreve que sua mãe católica via ela como o diabo. Sim, essa mulher fez barulho, e incomodou. Décadas depois, temos programas de televisão ateísta, temos mulheres ateístas, a nova diretora da NASA se recusa a usar a Bíblia para tomar pose como a diretora da NASA. O'Hair deixou uma marca única. Seja ela uma pessoa polêmica e contraditório, não temos como negar seu legado. Quem foi Madalyn Murray O’Hair Madalyn Murray O’Hair (nascida em 1919) iniciou sua notória carreira ativista em 8 de dezembro de 1960, ao ajuizar uma ação em Maryland contestando a obrigatoriedade da leitura da Bíblia e da Oração do Pai Nosso nas escolas públicas. Sua vitória na Suprema Corte em junho de 1963, no caso Murray v. Curlett, afetou a maioria das escolas americanas e a impulsionou para a fama, aceitando o título de "a mulher mais odiada da América". Ela usou essa notoriedade para fundar a American Atheists e lançar uma cruzada contínua pela separação completa entre Igreja e Estado, desafiando a isenção fiscal das igrejas e os dizeres "In God We Trust" nas moedas. Conhecida por sua postura "rude, impertinente e blasfema" e por levar o ateísmo "para fora das sombras" da sociedade, O'Hair, que se descrevia como anarquista, feminista e ateísta militante, conseguiu "gravar seu nicho na história dos Estados Unidos" antes de seu misterioso desaparecimento e subsequente assassinato em 1995. Saiba mais https://www.youtube.com/watch?v=Myq2vTkDAsE&t=1s Ateísmo em forma de música. Álbum completo (https://www.youtube.com/playlist?list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy) . Ateísmo em forma de música. Álbum completo (https://www.youtube.com/playlist?list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy) . Ateísmo em forma de música. Álbum completo.