
A pessoa que assume o protagonismo usa o seu conjunto de capacidades únicas, vivas e vibrantes para criar sistemas – de vida, pessoal e profissional – que a levem ao destino pretendido. Uma pessoa futura protagonista pode Cria, Observa, constrói seu próprio Capital Humano. O capital humano é um conceito utilizado pelos cientistas sociais para designar atributos pessoais considerados úteis no processo de produção. Abrange o conhecimento, as habilidades, o know-how, a boa saúde e a educação das pessoas. Você pode separar o capital humano em três tipos: capital do conhecimento, capital social e capital emocional. O capital humano pode incluir qualidades como: 1. Educação. 2. Formação técnica ou on-the-job. 3. Saúde. 4. Bem-estar mental e emocional. 5. Pontualidade. 6. Solução de problemas. 7. Gestão de Pessoas. 8. Habilidades de comunicação. Essas capacidades pertencem ao indivíduo, que decide onde colocá-las para trabalhar. O grau de escolha não é ilimitado, é claro. É fato que as pessoas são produtos da geografia, da família e da educação; seus pontos de partida importam. Ter opções de carreira também depende das habilidades e atributos de um indivíduo, suas redes, suas obrigações familiares, a saúde do mercado de trabalho mais amplo e fatores sociais. Em linhas gerais, Os indivíduos não podem fazer movimentos ousados que representem um salto real, a menos que ela mesma veja seu potencial, conheça o seu Capital Humano e se arrisque em apresenta-los. Enfim, cá estamos novamente com a palavra Protagonista. Essas pessoas – protagonistas configuram seus ambientes de vida pessoal e profissional com sistemas e práticas que contribuem para as tornarem mais eficazes e produtivas. Quando as pessoas entram nessas configurações, o valor é criado. Além de viverem segundo as suas escolhas as pessoas protagonistas adquirem conhecimento e novas capacidades que carregam consigo para o resto de suas vidas e carreiras. Muitas metas e objetivos pensados por pessoas protagonistas exigem que se tornem proficientes com novos tipos de software, equipamentos, meios de produção e lideranças. ... Há insights a serem obtidos ao observar colegas lidando com situações complicadas graciosamente (ou não) e vendo como outras pessoas protagonistas vivem a vida, motivam suas equipes (ou não) e como fazem o melhor de sempre. Pessoas Protagonistas são ativas e atentas. Pessoas protagonistas criam e reconhecem o Valor do Capital Humano sempre. Nunca importa de onde são emanados os insights. Uma pessoa futura protagonista pode começar anotando pedidos em um restaurante fast-food e logo assimila a arte de lidar com clientes difíceis e manter a calma sob pressão. Uma pessoa futura protagonista pode começar na TI respondendo a perguntas em um help desk absorve conhecimento técnico que continua a usar quando se torna um administrador de rede. Uma pessoa futura protagonista pode começar como balconista de estoque que observa como resolver impasses logísticos e vai aplicar essas abordagens em uma função futura como gerente de depósito ou agente de compras. Pelas nossas estimativas, o valor do capital humano representa aproximadamente dois terços da riqueza total de um indivíduo. As habilidades adquiridas ou implantadas por meio da experiência de trabalho contribuem com uma média de 46% desse valor ao longo de uma vida profissional típica. A partir de nosso conjunto de dados, analisamos um universo de pessoas PROTAGONISTAS NO INÍCIO DAS SUAS JORNADAS PROTAGONISTAS – NÃO IMPORTA SE COM mais de dez anos de histórico de trabalho. Dentro dela, surgem quatro arquétipos distintos. Eles não pretendem transmitir as circunstâncias ou motivações dos indivíduos; eles descrevem padrões de movimento e resultados, com exemplos ilustrativos. E VÁLIDOS PARA UMA ESCOLHA SOBRE “DE ONDE COMEÇAR A CONSTRUIR” CAPITALIZAR OS INSUMOS PARA O PROTAGONISMO. • Uma pessoa futura protagonista pode começar buscando experiência. E assim, começam com salários abaixo da média, mas s