Salve, pessoal! Venho hoje trazer um ponto, que seria na verdade melhor definido como um hino, uma homenagem minha aos tambores sagrados da nossa Umbanda, do Candomblé, do Batuque, da Regla de Ochá, do Palo Congo, e de tantas outras religiões afro-ameríndias semeadas a sul do Río Bravo. Espero que gostem da cantiga! Não esqueçam de deixar seu like, de seguir, de repostar, caso queiram. Não almejo fama, não para mim. Essas cantigas são para todos aqueles que estiverem receptivos a ouvi-las. Que o grandecíssimo aṣẹ de meu pai Òṣàlà ilumine as coroas de todos! Tambores, tambores meus, Batidas do coração de Ọlọrun, Na cadência do ponto firmado no rum, Protegido pela bandeira de Oxalá. Tambor que veio de Luanda Ou então de Aruanda, Do nosso Ọrun Sagrado. E hoje salva a coroa dos ogans, Do baba ou iyalaô Dos nossos irmãos amados. Mas corre jira Que a Lua já nasceu, macumba! Vamos saudar os tambores meus! Mas corre jira, que a lau jà nasceu, oh macumba! Vamos saudar os tambores meus!