
Com medo do julgamento externo, muitas vezes calamos nossas vozes internas diante daquilo que nos incomoda e seguimos em frente conflituados sem a oportunidade de elaborarmos nossas questões. Com medo de incomodar o outro, de sermos mal vistos ou excluídos do contexto social em que estamos inseridos, muitas vezes preferimos calar, mutilar a nós mesmos a buscarmos formas de diálogo e de construção conjunta. Neste contexto, como será que vemos a presença de Jesus e as celebrações de seu nascimento em nossa vida? Estaremos abertos a renascer em nossos propósitos e ideais? Quanta força já conseguimos investir na construção de nós mesmos? Será que conseguimos nos abrir para contar a ajuda daqueles que estão presetes na vida conosco?