
Em março de 1953, Stálin morreu de maneira infame, enquanto tentava ficar sóbrio em uma sauna abrasadora depois de uma longa bebedeira com o seu amigo íntimo Nikita Khrushchev. Hoje, poucos russos gostam de admitir que um dia cultuaram Stálin. Tampouco se poderia encontrar muitos admiradores de nazistas na Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial. Mas, no dia 6 de maio de 1953, 4 milhões de pessoas choraram no funeral de Stálin, na Praça Vermelha. Sirenes soaram, sinos dobraram, carros buzinaram e o trabalho cessou em todo o país. Todo o bloco soviético sentiu que uma era da história passava para o esquecimento com esse homem cujo nome fora sinônimo de comunismo.