
Recentemente assisti ao documentário "O Homem que Quer Viver para Sempre", que acompanha o biohacker americano Bryan Johnson em sua busca extrema pela longevidade. Isso me fez parar e pensar: até que ponto vale tudo isso? Vivemos uma era em que talvez estejamos mais próximos do que nunca de retardar os efeitos do envelhecimento com tecnologia, ciência e disciplina. Mas o que ganhamos — e o que perdemos — nessa corrida? Vem refletir comigo.