
A chuva é bem legal, e bem bonita, as pessoas costumam gostar dela, com total razão. A chuva sofre processos físico-químicos que a fazem mudar de fase conforme as condições locais e as condições que ela estava posteriormente, sendo líquida ou gasosa ou sólida. E a mesma muda de fases infinitamente se não sofrer nenhuma grande alteração no ecossistema local. A chuva pode representar ciclos viciosos, como o paradoxo de bootstrap, onde o começo é o fim e o fim é o começo. Nesse episódio eu busco inserir a chuva em um contexto psicológico e emocional, sobre uma cadeia infinita que persegue minha mente nos últimos tempos.