
O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) promete R$ 23 bilhões até 2028. Os números impressionam. As apresentações em PowerPoint brilham. Os discursos oficiais transbordam otimismo. Mas uma análise fria revela um problema estrutural: o Brasil quer construir um arranha-céu tecnológico sem alvará de construção. O marco regulatório da IA foi adiado para depois das eleições de 2026. Os data centers dependem de servidores da Amazon. O supercomputador nacional roda com GPUs importadas da NVIDIA. Este artigo desmonta as três premissas que sustentam a narrativa oficial, mapeia as lacunas que ninguém quer discutir e propõe caminhos alternativos para uma IA que sirva ao Brasil, e não o contrário. Veja o artigo completo aqui. Por André Medeiros.