
O problema não é a ferramenta. É o diálogo. Você não pediria a um estagiário de primeiro ano que "desse uma olhada naquele processo de família" e esperaria receber uma petição pronta para protocolo. Você daria contexto, explicaria a estratégia, indicaria a jurisprudência relevante. Com inteligência artificial, a lógica é a mesma, só que amplificada. Artigo original aqui. Por André Medeiros.