
Ailton Krenak nasceu em 1953 no estado de Minas Gerais, na região do Médio Rio Doce. Aos dezessete anos de idade, mudou-se com sua família para o estado do Paraná, onde se alfabetizou e se tornou produtor gráfico e jornalista. Na década de 1980, passou a dedicar-se exclusivamente ao movimento indígena. Em 1985, fundou a organização não governamental Núcleo de Cultura Indígena, que visa a promover a cultura indígena. Teve emenda popular assegurando sua participação no Congresso Nacional do Brasil para o processo constituinte em 1986. Ailton participou da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição Brasileira de 1988. Foi durante a Assembleia Constituinte, em 1987, que Ailton protagonizou uma das cenas mais marcantes da mesma: em discurso na tribuna, pintou o rosto com a tinta preta do jenipapo, segundo o tradicional costume indígena brasileiro, para protestar contra o que considerava um retrocesso na luta pelos direitos dos índios brasileiros. Em 1988, participou da fundação da União dos Povos Indígenas, organização que visa a representar os interesses indígenas dentro do cenário nacional. Hoje vamos conhecer um trecho da obra: · O amanhã não está à venda. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. Neste livro, Krenak reflete sobre a Pandemia da Covid-19 e as questões capitalistas, colonialistas que assolam a humanidade. Aos que desejam ler por inteiro, vale muito a pena! https://books.google.com.br/books/about/O_amanh%C3%A3_n%C3%A3o_est%C3%A1_%C3%A0_venda.html?id=blndDwAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false