
Com que idade nos desconectamos da “criança interior” que temos? Na adolescência, juventude ou fase adulta? Que tal reencontrá-la para interagir com filhos, netos, bisnetos, vizinhos, alunos, com a alegria que nos era peculiar a cada brincadeira ou brinquedo novo? Afinal, de que vale o tempo se não for usado com equilíbrio e prazer?