
Partindo de suas experiências com pesquisa em Casas de Custódia, representação ainda viva da exclusão social, da violência e violação de direitos, a psicóloga Marcele Emerim traz aprofundamentos sensíveis sobre o não-lugar da diferença, apontando para a urgência de construirmos caminhos outros: caminhos de afetos, equidade e justiça social. Conversar com a Marcele é sempre sair preenchida de inquietações que nos chamam a olhar mais de perto as nuances do viver, a mover alguma transformação, a se juntar na resistência em prol de existências mais livres. Prepara o coração e vem com a gente!