
Todos nós temos aquela lembrança infantil de quando, no meio dos créditos de abertura, surgia uma voz do além, em bom e alto português, geralmente depois de ler o título do filme em voz alta. “Versão brasileira: Herbert Richers, ou Álamo”. O que sabemos é que crescemos no meio a dublagens sensacionais, outras nem tanto, dos filmes e desenhos que tanto amamos. No episódio de hoje, sem pauta, roteiro ou pudor, e com a certeza absoluta de fugir do tema central em algum momento, André, Pedro, Antônio e Saback debatem a questão central da cultura brasileira: o que é melhor? O dublado ou o original?