
Nos próximos anos, será cada vez mais comum comprar energia direto do fornecedor. Com a abertura do mercado livre, o preço, a qualidade, o prazo de fornecimento e até a fonte de energia poderão ser negociados e definidos em contrato. O que hoje é permitido para grandes empresas, vai chegar a novos consumidores a partir de um cronograma estabelecido pelo governo. Para falar sobre a abertura do mercado livre e seus impactos para o consumidor, o Além da Energia recebeu o diretor-presidente e de relação com investidores da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini, e o presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales.