
No dia 1° de janeiro de 2017, uma guerra entre facções criminosas rivais (FDN x PCC) se transformou na maior carnificina no maior presídio do Estado Amazonas e deixou 56 mortos, em Manaus. O motim durou 17 horas, com algumas vítimas decapitadas, queimadas e assassinadas com arma de fogo. Neste episódio a jornalista Bruna Chagas e advogada Penélope Antony recebem a delegada-geral da PC do Amazonas e que foi a responsável pelo inquérito dra. EMÍLIA FERRAZ. Relembre o fato O motim começou na tarde de domingo no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado na BR-174. Na unidade haviam 1.224 homens, o triplo da capacidade (454), segundo dados de dezembro de 2016. Conforme informações da Secretaria de Segurança, a rebelião foi motivada por uma disputa entre as facções criminosas Família do Norte e PCC. O governo do Amazonas, comandado por José Melo de Oliveira (Pros), avalia que a rebelião foi comandada pela Família do Norte e que a maioria dos mortos era do PCC.