
CONVIDADOS: Fábio Augusto (historiador), Marcus Pessoa (No Amazonas é assim) e historiador e escritor Aguinaldo Figueiredo. Em 1901, Manaus viveu uma tragédia. A jovem Etelvina D'Alencar, de 17 anos, migrou do Ceará com sua família e trabalhou na Colônia Campos Sales, aqui em Manaus. Um colono chamado José, logo se apaixonou pela jovem moça, mas foi rejeitado, o que o levou a um ataque de fúria, no qual assassinou três homens, antes de sequestrar, estuprar e assassinar Etelvina, tirando no fim, a sua própria vida. O crime causou comoção e Etelvina, enterrada no Cemitério São João Batista, ao longo dos anos, foi venerada como santa popular por conta de vários milagres atribuídos à ela, entretanto, mesmo não sendo reconhecida pela igreja católica, ela até hoje é chamada de Santa Etelvina, também conhecida como a santa dos estudantes. Em 1964, a Prefeitura de Manaus autorizou a construção de um mausoléu localizado no mesmo cemitério. Até hoje, muitos fiéis vão até o local rezar para a santa. Em 1984, o bairro Santa Etelvina foi nomeado em sua homenagem. Para saber mais sobre essa história que permeia o imaginário amazonense, confira agora tudo isso e muito mais no Além do Crime Podcast.