
O Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, aborda os motivos que o levaram a dar uma nova denominação à pasta. Responsável pela equipe de transição do Governador Tarcísio de Freitas, Branco destacou que a tecnicidade de ambos facilita a relação. Atualmente, é menos cafezinho e mais projetos, conta ele. Um dos pilares da Secretaria é regularização fundiária com a atualização dos documentos. Segundo ele, é o Estado reconhecendo o esforço de uma vida inteira. Em seis meses, fez mais de 50 mil processos. As regularizações ocorrem em áreas onde a cidade a parte imobiliária está irregular, mas existe tudo no entorno como água, luz, telefone. Sobre a invasão de terrenos, o Secretário ressalta que ao substituir comunidades por habitações populares é possível abrigar 60% mais famílias na mesma área. Quanto à polêmica da revisão do Plano Diretor da capital, o secretário afirma que seus impactos são sentidos à médio prazo em toda a Região Metropolitana. Dependendo do que ficar decidido, os moradores das cidades do entorno irão acompanhar a evolução de preços e a degradação da qualidade de vida. O Secretário detalha os tamanhos das casas da CDHU: casais sem filhos e unipessoais recebem imóvel de até 38 m2. Às famílias com filhos, são entregues edificações com 48m2. Quando a região tem terreno , o Estado faz moradia horizontal, caso contrário como na Capital, há a construções de prédios. Seu sonho é aproximar as duas pontas da vida: construir unidades dedicadas aos idosos com creches e escolas por perto. Durante o Podcast, o Secretário cita a construção de casas sustentáveis - pré-moldadas - em São Sebastião, diante a tragédia do Carnaval.