
Você sabia que abstinência, isolamento social e rotina religiosa como “tratamento” fazem parte do modelo adotado nos estabelecimentos destinados ao acolhimento de pessoas com transtornos decorrentes do uso de substâncias químicas, popularmente conhecidos como "comunidades terapêuticas"? Foi o que revelou um novo estudo divulgado esta semana pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC). A pesquisa chamada “Imposição da fé como política pública: comunidades terapêuticas no Rio de Janeiro”, realizada por @paulanapoliao, doutoranda em Sociologia e Antropologia pela UFRJ e pesquisadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania" e @giuliacaastro, assistente social formada pela UFRJ, mestranda em serviço social e desenvolvimento regional pela UFF, é a pauta do Pela Lente de hoje. Twitter: https://twitter.com/manumayrink Instagram: https://instagram.com/alguemviumeusoculos Canal no Telegram: https://t.me/alguemviumeusoculos Facebook: https://www.facebook.com/alguemviumeuoculos/ PIX: manumayrink@gmail.com