
Susana Martinho, natural de Murça (Trás-os-Montes), fez a licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Ao longo do seu percurso profissional, para além de trabalhar na rádio e de contribuir em jornais, envolveu-se em inúmeros projetos na área da comunicação. Recentemente, a par das formações que leciona, deu voz a um áudio livro e escreveu um livro em regime de ghostwriter. É também a anfitriã do podcast Conversas de Género, da Casa Comum da Universidade do Porto, e produz a rúbrica Comunicar é Canja, que publica nas suas redes sociais. Nesta conversa falamos sobre a Susana, Trás-os-Montes, a sabedoria popular, os sotaques, a rádio, a gravação de um áudio livro, o papel de ghostwriter, a Igreja Católica e a imparcialidade do jornalismo. Recomendou os livros “A Concubina Russa”, de Kate Furnivall, “Factfulness”, de Hans Rosling, “Novas Cartas Portuguesas”, de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta, “Porque Falham as Nações”, de Daron Acemoglu e James Robinson, e “Prisioneiros da Geografia”, de Tim Marshall.