
Catarina Vigário, natural da Foz do Sousa (Gondomar), licenciou-se em Teatro, variante de Interpretação, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Politécnico do Porto, e é estudante da licenciatura em Línguas, Literaturas e Culturas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Faz teatro desde a infância, tendo estudado na Balleteatro, uma escola de artes performativas no Porto, e já colaborou com grupos de teatro como a In skené e a Seiva Trupe. É a fundadora do grupo teatral Sem Máscara, composto por estudantes da FLUP. Nesta conversa falamos sobre a Catarina, o seu percurso pessoal, a criação artística, o teatro, a In skené, a Seiva Trupe, a vida de estudante, o Sem Máscara, a produção teatral, vinho do Porto, o estado da Cultura em Portugal, o teatro na cidade do Porto e o interesse dos jovens pelo teatro. Recomendou os livros “À Espera de Godot”, de Samuel Beckett, “As Três Irmãs”, “A Gaivota” e “O Tio Vânia” de Anton Tchécov, “Petit Pays”, de Gaël Faye, “O Monte dos Vendavais”, de Emily Brontë e “O Último Dia de um Condenado”, de Victor Hugo.