
Neste episódio do podcast Ambiente é o Meio, a engenheira biotecnológica Fabíola de Oliveira, graduada pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), fala sobre a produção de bioinsumos agrícolas à base de fungos. A engenheira conta que a união da biologia com a engenharia está gerando soluções inovadoras para o agronegócio brasileiro, entre elas o desenvolvimento de um biorreator automatizado voltado para a produção de bioinsumos agrícolas à base de fungos. A tecnologia, detalha Fabíola, é fruto de uma parceria entre a academia e o setor privado que promete otimizar processos, reduzir custos e tornar a agricultura mais sustentável. A inovação deve resolver desafios logísticos, adianta Fabíola, uma vez que, para a produção industrial de fungos, a fermentação em estado sólido exige condições de aeração e controle de calor e massa. O método tradicional utiliza milhares de pequenos sacos ou bandejas, já que grandes volumes dificultam a passagem de oxigênio. Assim, para produzir até duas toneladas por dia, são necessários muito espaço físico e grande quantidade de mão de obra. Assim, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) se juntaram à startup Icov (Coviagro) para desenvolver um biorreator automatizado para a produção de fungos. O equipamento integra esterilização, inoculação e cultivo em um sistema fechado, reduzindo contaminações e a necessidade de mão de obra. A tecnologia também otimiza o espaço das fábricas e, apesar do maior investimento inicial, pode diminuir os custos operacionais e tornar o produto mais acessível aos agricultores. Ouça o episódio completo no player acima. #colunista-rodape { font-size: 14px; padding: 2em; border-radius: 0.5em; border: solid 1px #ccc; background: #f5f5f5; font-family: 'Open Sans', sans-serif; display: flex; gap: 1.5em; #titulo { margin-bottom: 0.5em; width: 100%; display: flex; flex-direction: column; gap: 0.75em; } #titulosContainer { gap: 0.5em; display: flex; flex-direction: column; } h3 { margin: 0; font-family: "Barlow Semi Condensed", sans-serif; font-weight: 700; font-size: 1.875em; display: inline-block; a { color: #000; } } h4 { font-weight: 400; margin: 0; font-family: "Barlow", sans-serif; font-size: 1.125em; } #botoesContainer { display: flex; flex-direction: row; gap: 0.5em; } .botao { width: 1.25em; height: 1.25em; padding: 0; border: none; display: inline-block; img { width: 100%; height: 100%; object-fit: fill; vertical-align: top; } } p { margin: 0; max-width: 75%; } } @media screen and (max-width: 767px) { #colunista-rodape { font-size: 13.5px; flex-direction: column; gap: 1em; padding: 1.5em; p { max-width: none; line-height: 150%; } #titulo { flex-direction: row; justify-content: space-between; } .botao { height: 1.5em; width: 1.5em; } } #colunista-rodape p { max-width: none; } #colunista-rodape .colTexto { display: flex; flex-direction: column; gap: 1rem; } #colunista-rodape .menor { font-size: 90%; } #colunista-rodape hr { margin: 8px 0; } Ambiente é o Meio Ambiente é o Meio vai ao ar toda quarta-feira às 13h. Você pode acompanhar pela Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz.. Ouça também pelo link ou pelos agregadores de podcasts à disposição.