
O programa Ambiente É o Meio desta semana conversa com o engenheiro ambiental Gabriel Estevam Domingos, pesquisador vinculado ao Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente da Universidade Politécnica de São Paulo (CEPEMA Poli-USP), sobre a precificação do crédito de carbono. A precificação do carbono depende da substituição que será feita e do potencial de retenção desse gás carbônico. É um mercado em ascensão, em que os países vão, a partir de economia de mercado de gás carbônico, deixar de emitir. Como explica o engenheiro ambiental, “os créditos de carbono diferem muito os valores, porque tem várias formas de deixar de emitir carbono, ou sequestrar, que são coisas distintas”. Por possuir uma grande extensão territorial, o Brasil tem a possibilidade de “monetizar e entrar nesse mercado”, visto que o crédito de carbono “se comporta, também, como uma commodity”.