
É na escuridão que brilha nossa paixão; um dedo no interruptor, vários pelo corpo, perambulando sem escopo, prazer disruptor; de fundo música a meio-tom, sintonia em império, o nosso caso não é sério, é um gostoso talvez que se desenrola no looping da nossa esteira, a decisão fica na prateleira perpetuamente esperando a sua vez; a incerteza é uma delícia, nossos comentários de privada malícia, que fazem desconfiar os amigos, interrogados, a gente nunca confessa, seja na fusão de dois corpos suados ou na partilha de sentimentos mais polidos, da pressa somos inimigos, vivendo um eterno deixa-estar, o moderno “deixar-rolar”, melhor que imaginar é de fantasias brincar Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.