
Na minha cabeça eu te amo e desamo, fantoche duma alucinação que tolo sendo, de presunção estupendo, acredito poder controlar, evito pensar e às vezes até me esqueço da minha paixão, inutilmente me agarro à negação, não sei por que se dá a esse esforço minha mente, talvez seja só para que eu, vítima indefesa do amor teu, tenha sempre a deliciosa surpresa, de redescobrir o meu amor por ti numa inesperada hora, momento que percebo onde fica o aqui, desconfio, pois a paixão é vadia, desejo sem fio, e um dia vai embora, sai de casa sem deixar aviso, sem se importar com o prejuízo não se despede nem se demora, mas enquanto ela volta, enquanto me envolta, enquanto não se desfaz em pedaços, quero abrir os braços e brincar no paraíso Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.