
Aqui, Chacal chega a uma conclusão bastante brasileira ao fazer um exame de sua vida vida de poeta. *** sempre deixei as barbas de molho/ porque barbeiro nenhum me ensinou/ como manejar o fio da navalha sempre tive a pulga atrás da orelha/ porque nenhum otorrino me disse/ como se fala aos ouvidos das pessoas sou um cara grilado/ um péssimo marido/ nove anos de poesia/ me renderam apenas/ um circo de pulgas/ e as barbas mais límpidas da turquia.