
Da Coordenação Mundial Geral – 20/06/2026 Apresentação do Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus Queridos irmãos e irmãs, amados apóstolos dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria: Com espírito de fé, humildade e profunda gratidão, nos reunimos para receber um dom muito especial do Céu: o Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus. Não estamos diante de um simples documento, nem de mais uma reflexão para nossa vida espiritual. Estamos diante de uma exortação nascida do Amor Divino, um chamado paternal que brota do Coração de Jesus para cada um de nós, para nossas famílias, nossos Cenáculos, nossos Ramos, nossos Ministérios e para toda a Obra Magna dos Sagrados Corações Unidos. Por isso, pedimos que o recebam com um coração aberto, dócil e disponível. Que não o ouçam superficialmente nem o leiam apressadamente. O próprio Jesus nos convida a fazer uma pausa, a examinar nossa vida, nossas atitudes, nosso serviço, nossas relações fraternas e nossa resposta pessoal a esse chamado de amor. Hoje, gostaríamos de lhes pedir três atitudes fundamentais diante deste Testamento: Primeiro: uma atenção profunda. Ouçamos cada palavra como se fosse dirigida pessoalmente a nós. Evitemos pensar em quem deveria mudar ou em quem precisa ouvir esta mensagem. Permitamos que seja o nosso próprio coração o primeiro a ser interpelado. Segundo: uma meditação profunda. Não basta conhecer o conteúdo; devemos orá-lo. Cada exortação, cada correção e cada conselho deve se tornar motivo de diálogo com Deus. Perguntemo-nos: o que Jesus está me dizendo? Que aspecto da minha vida Ele deseja transformar? Que conversão concreta Ele está me pedindo? Terceiro: uma busca sincera por soluções. Este Testamento não foi entregue para gerar discussões nem julgamentos, mas para produzir frutos de conversão. Onde houver divisões, busquemos a reconciliação. Onde houver indiferença, cultivemos a proximidade. Onde houver falta de comunicação, construamos pontes. Onde houver feridas, semeemos amor e misericórdia. Irmãos: o mundo precisa de testemunhos autênticos de amor cristão. Jesus nos recorda que nossa unidade, nossa comunhão e nossa caridade fraterna serão o sinal mais credível de que pertencemos a Ele. Por isso, recebamos este Testamento com reverência e responsabilidade. Que cada palavra encontre eco em nossa consciência e produza frutos concretos em nossa vida cotidiana. Peçamos ao Espírito Santo que ilumine nossa inteligência, abra nosso coração e nos conceda a coragem de responder com generosidade a este chamado. Que o Sagrado Coração Eucarístico de Jesus, o Coração Doloroso e Imaculado de Maria e o Casto e Amante Coração de São José nos concedam a graça de viver este Testamento não apenas com palavras, mas com obras concretas de amor, unidade, serviço e santidade. Amém. Coordenação Mundial Geral do Apostolado dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria 19 de junho de 2026 – CHAMADO DE AMOR E DE CONVERSÃO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus Que a paz e a alegria estejam com vocês, minhas filhas e meus filhos, da parte de Nossos Sagrados Corações, unidos pelo Espírito Santo. Assim como, desde o princípio, o Pai, o Filho e o Espírito Santo somos um, seguindo o caminho do Plano de Salvação, esta amada Santíssima Trindade prestou testemunho de seu amor por meio dos Três Sagrados Corações: Meu Sagrado Coração Eucarístico, o Coração Doloroso e Imaculado da minha Santa Mãe e o Casto e Amante Coração do meu pai, segundo a lei, São José. Os Três Corações da Sagrada Família são um testemunho do amor da Santíssima Trindade, e esses Três Corações já estavam inscritos em um Plano de Salvação por meu Pai Terno e Misericordioso. E o plano consistia em reparar a desobediência de Adão e Eva com a obediência de meu Coração de Filho-Deus, através da encarnação na criatura mais pura, mais imaculada e mais santa que o Espírito Santo formou. Assim que, tomando através desta criatura humana, mas ao mesmo tempo imaculada, o Espírito Santo me gerou no ventre dessa Imaculada Mamãe. O Espírito Santo me depositou nas entranhas da Virgem, e Ele mesmo foi moldando toda a gestação, recebendo Eu toda a minha humanidade de minha Mãe: seu sangue, sua carne, por meio do sopro criador do Espírito. Dessa forma, meu Coração e o Coração da minha Santa Mãe, ambos foram unidos no Espírito, fundidos em um mesmo fogo, e preenchidos por um mesmo amor, de modo que nossos Dois Corações sempre estiveram juntos, não apenas fisicamente, mas, e ainda mais importante, juntos no constante “Fiat” ao Pai Terno e Misericordioso. E é este “Fiat” misericordioso que Eu, hoje, desejo entregar ao meu Apostolado dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria. Entrego-lhes meu Testamento Espiritual, que deveria bastar com os Estatutos, contidos no Tratado ditado ao meu pobre instrumento. No entanto, desejo fazer uma síntese do Tratado neste Testemunho Espiritual que lhes deixo pela boca de meu profeta. O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos foi fundado por Deus Pai, Terno e Misericordioso, em Gênesis 3,15. No dia em que o homem e a mulher desobedeceram, o Pai apresentou o remédio para essa desobediência: a mulher que, com seu Filho, esmagaria a cabeça da serpente. Desde então, a união dos Dois Corações já estava profetizada. E, ao longo de todas as Escrituras profetas, Salmos, Evangelhos, podem contemplar como nossos Dois Corações sempre foram anunciados como unidos. E no Evangelho cumpriu-se a profecia da Virgem que daria à luz ao Emanuel. Por isso, chegada à plenitude dos tempos, Deus Pai enviou seu único Filho, nascido de mulher, mas não de qualquer mulher, senão da imaculada. Minha Mãe foi a primeira imaculatizada, a que nunca pecou, e que foi concebida sem pecado de origem, a limpa desde sua criação, até sua coroação no Céu. Filhos amados, isto é o Apostolado: a vida de nossos Dois Sagrados Corações, como um caminho de salvação, de conversão, de santidade. Por isso, chamamos ao Apostolado de nossa Obra Magna. Por quê? Porque isso foi anunciado desde a Sagrada Escritura, foi anunciado pelos santos e profetas, foi anunciado por meio dos místicos da Igreja e por meio das obras apostólicas que foram fundadas em honra aos Nossos Sagrados Corações, em honra à nossa Divina Misericórdia, em honra à Cruz, em honra à minha Paixão, em honra à minha Mãe. Ou seja, meu filho, todas as devoções ao longo da história humana da Igreja encontraram agora sua plenitude, sua realização, seu sentido pleno. O Apostolado não vem para abolir, não vem para destruir, não vem para roubar. Vem para dar o sentido pleno a todas as obras fundadas por santos, por místicos, por profetas. Viemos para dar o sentido pleno à sua vida de fé, através do Apostolado, por meio dos Doze Ramos e dos ministérios. Não há, meus filhos, e vocês devem sabê-lo, não há justificativa alguma, para que o mundo não se una à minha Obra Magna. As crianças são chamadas, os jovens são chamados, os enfermos são chamados, os pobres são chamados. Todos os religiosos e religiosas, independentemente de seu santo instituto, são chamados a viver essa espiritualidade. Todos os sacerdotes, diocesanos e religiosos, são chamados a viver este santo carisma. Não há, então, portanto, minhas filhas e filhos meus, justificativas para não se unirem ao meu Apostolado. Não há escusa válida para não viver a espiritualidade dos nossos Dois Sagrados Corações Unidos. E isto, por favor, devem ter muito em conta, muito presente. Não há justificativa para não ser da Obra Magna de Jesus e de Maria. Agora, como parte deste testemunho e Testamento Espiritual que meu Sagrado Coração Eucarístico lhes entrega, quero que vocês não apenas ouçam, não apenas leiam, não apenas guardem e, o pior e isso sempre acontece: não se esqueçam destes conselhos que lhes darei. O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos foi fundado por Deus Pai Terno e Misericordioso, como a Aliança do Filho com a Mãe que destruiria a serpente. Logo, essa Aliança a profetizaram os profetas, e depois, por Jesus crucificado. Antes de dizer ao Pai que tudo já estava consumado, Ele clama primeiro ao coração do Pai: Mãe, Mulher, eis aí teu Filho. Foi depois desta Palavra que minha humanidade exalou seu último suspiro e partiu para o Pai, e meu Corpo Divino foi depositado no sepulcro. Tudo estava consumado, até que dei a minha Santa Mamãe como Mãe para todos os filhos das minhas Chagas, do meu Sangue, da minha Cruz, da minha Igreja. Portanto, esse é o primeiro caminho do Apostolado: a reciprocidade. Assim como Eu me doo à minha Mãe e minha Mãe se doa à Mim, assim o membro do Apostolado todos os dias, deve doar-se sem intenções egoístas, aos Nossos Dois Sagrados Corações. E como se doa aos Nossos Dois Sagrados Corações? Rezando as devoções que lhes ditamos, as orações para os Últimos Tempos, e vivendo a Eucaristia e a Confissão. Alimentando-se assim, é então que poderão doar-se aos demais. Não podem dar aos outros sua humanidade, suas atitudes, suas palavras, seus comentários, seus comportamentos – muitas vezes humilhantes e muitas vezes que ferem. Não podem causar dor aos seus irmãos no Apostolado. A Coordenação Mundial Geral deve ser um sinal de amor, um sinal de comunhão, um sinal de unidade, um sinal de santidade e um exemplo vivo de serem Chamados do Amor e da Conversão vivos. A Coordenação Mundial Geral deve ser o primeiro modelo de um amor verdadeiro. Todos os Coordenadores, todos os Ramos, todas as Cruzadas, todos os Cenáculos, todos os Ministérios devem ser amparados, apoiados, aceitos, estimados, amados e protegidos como filhos, pela Coordenação Mundial Geral. Mas todas as Cruzadas, todos os Ramos, todas as Fraternidades, todos os Cenáculos, todos os membros da Obra Magna devem estar conscientes de que são filhos amados, filhos acolhidos, filhos ouvidos, filhos valiosos. E, portanto, a partir desse sentimento de se sentirem amados, devem se comunicar. Para que o amor cresça, deve haver comunicação. Sem comunicação na minha Obra Magna, o amor não crescerá. E não se trata da comunicação baseada na ofensa e na humilhação. Mas da comunicação voltada para o trabalho apostólico e para nos ajudarmos mutuamente a viver a santidade. É essa comunicação que Eu, o seu Jesus, lhes suplico, lhes imploro, lhes peço que ponham em prática. Que todos os Cenáculos se sintam conectados, atendidos, visitados, evangelizados e formados. Que os Cenáculos estejam unidos às suas Coordenações Zonais, caso possuam uma Coordenação Regional. Mas também devem estar unidos à Coordenação Regional ou Estadual. E também as Coordenações Estaduais ou Regionais devem estar unidas à Coordenação Nacional. E a Coordenação Nacional deve estar unida à Coordenação Mundial de seu Ramo, de sua Cruzada, de sua Fraternidade, de seu Ministério e à Coordenação Mundial Geral. Este é o caminho do amor que lhes peço. Esta é a comunicação que lhes rogo, Coordenação Mundial. E nenhuma coordenação — seja mundial, nacional, regional ou de cenáculo — pode menosprezar as iniciativas de crescimento do Apostolado. É lógico que as iniciativas estejam em conformidade com o Estatuto do Apostolado. Mas nenhuma coordenação, ao perceber que uma iniciativa trará bons frutos para a Obra e que está em conformidade com os Estatutos, tem o direito de desmotivar, desanimar e, pior de tudo, ferir a fé de seus semelhantes. A comunicação das Coordenações e dos Cenáculos deve fluir em direção à Coordenação Mundial Geral, e em seguida, reciprocamente, deve chegar às pequenas comunidades. Somente com a comunicação o amor crescerá e o Apostolado será melhor vivido. Passo agora a outro assunto muito importante. O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos é uma obra aberta ao mundo inteiro. Não há desculpas para que alguém, ao ouvir falar do Apostolado, não queira e não aceite fazer parte dele, pois no Apostolado todos são chamados a participar. Desde o Santo Padre Leão, na própria Fraternidade Sacerdotal, até a criança recém-nascida no Exército Branco, ou na Cruzada Familiar, ou na Cruzada Pró Vida. Veja, meu filho, o Apostolado abarca todas as áreas da vida humana, e por isso, não há desculpa para rejeitar a minha Obra Magna. Se alguém ou muitos estão no Apostolado simplesmente...