
Fonte da Imagem: Apostolado de los Sagrados Corazones Unidos de Jesús y de Maria TRANSLATE with x English Arabic Hebrew Polish Bulgarian Hindi Portuguese Catalan Hmong Daw Romanian Chinese Simplified Hungarian Russian Chinese Traditional Indonesian Slovak Czech Italian Slovenian Danish Japanese Spanish Dutch Klingon Swedish English Korean Thai Estonian Latvian Turkish Finnish Lithuanian Ukrainian French Malay Urdu German Maltese Vietnamese Greek Norwegian Welsh Haitian Creole Persian TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack A festa de Corpus Christi, ou festa do Corpo e Sangue de Cristo (como é frequentemente chamada hoje), remonta ao século XIII, mas celebra algo muito mais antigo: a instituição do Sacramento da Santa Comunhão na Última Ceia: a presença real de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento, dando-lhe publicamente o culto de adoração (latria) na quinta-feira após a solenidade da Santíssima Trindade, que por sua vez, tem lugar no domingo seguinte ao Pentecostes (ou seja, o Corpus Christi se celebra 60 dias após o Domingo de Ressurreição). </p> TRANSLATE with x English Arabic Hebrew Polish Bulgarian Hindi Portuguese Catalan Hmong Daw Romanian Chinese Simplified Hungarian Russian Chinese Traditional Indonesian Slovak Czech Italian Slovenian Danish Japanese Spanish Dutch Klingon Swedish English Korean Thai Estonian Latvian Turkish Finnish Lithuanian Ukrainian French Malay Urdu German Maltese Vietnamese Greek Norwegian Welsh Haitian Creole Persian TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack Fonte da Imagem: Apostolado de los Sagrados Corazones Unidos de Jesús y de Maria História da Festa de Corpus Christi Em 1246, o Bispo Robert de Thorete, da Diocese belga de Liége, por sugestão de Santa Juliana de Mont Cornillon (também na Bélgica), convocou um sínodo e instituiu a celebração da festa. Desde Liége, a celebração começou a estender-se. O Papa Urbano IV, por aquela época, então, tinha a corte em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito próximo desta localidade encontra-se Bolsena, onde em 1263 ou 1264, produziu-se o Milagre de Bolsena: um sacerdote que celebrava a Santa Missa teve dúvidas de que a Consagração fosse algo real. No momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela, sangue, que foi empapando em seguida o Corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto em 19 de junho de 1264. Hoje conserva-se os corporais – onde se apoia o cálice e a patena durante a Missa – em Orvieto, e também pode-se ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue. O Santo Padre, movido pelo prodígio, e a petição de vários Bispos, fez que se estendesse a Festa de Corpus Christi para toda a Igreja, por meio da Bula “Transiturus”, de 8 de setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes, e outorgando muitas indulgências a todos os fiéis que assistissem a Santa Missa e ao ofício. Logo o Papa Urbano IV encarregou um oficio – a Liturgia das Horas – a São Boaventura e a Santo Tomás de Aquino. Quando o Pontífice começou a ler em voz alta o Ofício feito por Santo Tomas, São Boaventura foi rasgando o seu em pedaços. As sequências e os Hinos incluem: Pange Lingua (e sua parte final Tantum Ergo), Lauda Sion, Panis Angelicus, Adoro Te Devote, Verbum Supernum Prodiens. O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria, ofereceu 40 Horas de Adoração Eucarística a Nosso Senhor, durante as 40 horas prévias à Solenidade de Corpus Christi, retomando uma antiga Devoção com um grande entusiasmo, e demonstrando o grande amor que os apóstolos têm ao Sacramento do Amor. Felicitamos aos apóstolos por haverem sido almas Eucarística e Adoradoras, correspondendo ao amor misericordioso que permanece para nós, nos Sacrários do mundo, aonde temos entregue nosso coração neste encontro doce, no qual nos falou o Sagrado Coração Eucarístico de seu grande amor. Aquietou nosso ser e dispôs nosso coração para amar ao Amado. Santíssimo Sacramento, sejais Bendito e Louvado e Eternamente Adorado! Ó Soberano Portento! </p><br /><br /><br /><br /><br /> TRANSLATE with x English Arabic Hebrew Polish Bulgarian Hindi Portuguese Catalan Hmong Daw Romanian Chinese Simplified Hungarian Russian Chinese Traditional Indonesian Slovak Czech Italian Slovenian Danish Japanese Spanish Dutch Klingon Swedish English Korean Thai Estonian Latvian Turkish Finnish Lithuanian Ukrainian French Malay Urdu German Maltese Vietnamese Greek Norwegian Welsh Haitian Creole Persian TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster PortalBack URBANO IV BULA TRANSITURUS DE HOC MUNDO COM A QUAL SE INSTITUI A FESTA DE CORPUS CHRISTI TRANSLATE with x English Arabic Hebrew Polish Bulgarian Hindi Portuguese Catalan Hmong Daw Romanian Chinese Simplified Hungarian Russian Chinese Traditional Indonesian Slovak Czech Italian Slovenian Danish Japanese Spanish Dutch Klingon Swedish English Korean Thai Estonian Latvian Turkish Finnish Lithuanian Ukrainian French Malay Urdu German Maltese Vietnamese Greek Norwegian Welsh Haitian Creole Persian TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster Portal Back Bula Tradução do Espanhol ao português por este site direto site do Vaticano PDF da Bula em português [ ES – LA ] Urbano Bispo, servo dos servos de Deus, aos veneráveis irmãos patriarcas, arcebispos, bispos e demais prelados, saúde e bênção apostólica. Cristo, nosso salvador, estando para partir deste mundo para ascender ao Pai, pouco antes da sua Paixão, na Última Ceia, instituiu, em memória de sua morte, o sumo e magnífico sacramento do Seu Corpo e do Seu Sangue, dando-nos o Corpo como alimento e o Sangue como bebida. Sempre que comemos este pão e bebemos deste cálice anunciamos a morte do Senhor, porque Ele disse aos apóstolos durante a instituição deste sacramento: “Fazei isto em memória de mim”, para que este excelso e venerável sacramento fosse para nós o principal e mais insigne memento do grande amor com que Ele nos amou. Memória admirável e estupenda, doce e suave, cara e preciosa, na qual se renovam os prodígios e as maravilhas; nele se encontram todos os deleites e os mais delicados sabores, nele a doçura do próprio Senhor é apreciada e, sobretudo, obtém-se força para a vida e para a nossa salvação. É um memorial dulcíssimo, sacrossanto e saudável, no qual renovamos nossa gratidão por nossa redenção; nos afastamos do mal; nos afiançamos no bem e progredimos na aquisição das virtudes e da graça; nos conformamos pela presença corporal de nosso próprio Salvador. Pois, nesta comemoração Sacramental de Cristo, Ele está presente no meio de nós, com uma forma distinta, mas em sua verdadeira substância. Pois antes de subir ao céu disse aos apóstolos e aos seus sucessores: “Olhai: eu estou convosco todos os dias, até a consumação do mundo”, e os consolou com a benigna promessa de que permaneceria com eles também com sua presença corporal. Monumento verdadeiramente digno de não ser esquecido, com o qual recordamos que a morte foi vencida; que nossa ruína foi destruída pela morte daquEle que é a própria vida; que uma árvore cheia de vida foi enxertada em uma árvore de morte, para produzir frutos de salvação! É um glorioso memorial que enche de gozo a alma dos fiéis, infunde alegria e faz brotar lágrimas de devoção. Nos enchemos de gozo ao pensar na Paixão do Senhor, pela qual fomos salvos. Mas não podemos conter o pranto. Diante desta memória sacrossanta, sentimos brotar em nossos gemidos de gozo e emoção, alegres no pranto cheio de amor, emocionados pelo gozo devoto; nossa dor fica temperada pelo gozo; nossa alegria se mescla com o pranto e nosso coração transborda de alegria, desfazendo-se em lágrimas. Infinita grandeza do amor divino, imensa e divina piedade, copiosa efusão celestial! Deus no-lo deu tudo no momento em que se submeteu a nossos pés e nos confiou o supremo domínio de todas as criaturas da terra. Enobrece e sublima a dignidade dos homens, através do ministério dos espíritos mais seletos. Pois, todos eles foram destinados para exercer o ministério a serviço daqueles que receberam a herança da salvação. E havendo sido tão vasta a magnificência do Senhor para conosco, querendo mostrar-nos mais ainda seu infinito amor, em uma efusão se ofereceu a si mesmo, e superando as maiores generosidades e toda medida de caridade, se entregou Ele mesmo como alimento sobrenatural. Singular e admirável liberalidade, na qual o doador vem à nossa casa, e o dom e o que dá são a mesma coisa! Verdadeiramente é largueza sem fim, a do que se dá a si mesmo, e de tal forma aumenta sua disposição afetuosa, que esta, distribuída em uma grande quantidade de dons, redunda ao fim e volta ao doador, tanto maior quanto mais extensamente se difundiu. Deu-se, pois, o Salvador como alimento. Quis que da mesma forma que o homem foi sepultado na ruína pelo alimento proibido, voltasse a viver por um alimento bendito. Caiu o homem pelo fruto de uma árvore de morte, ressuscita por um pão de vida. Daquela árvore pendia um alimento mortal. Neste, encontra um alimento de vida. Aquele fruto trouxe o mal. Este a cura. Um apetite malvado fez o mal, e uma fome diferente engendra o benefício. Chegou à medicina aonde havia invadido a enfermidade; de onde partiu a morte, veio a vida. Daquele primeiro alimento se disse: “No dia em que comerdes dele, morrereis.”Do segundo se escreveu: “Quem comer deste pão viverá eternamente.” É um alimento que restaura e nutre verdadeiramente. Sacia em sumo grau, não o corpo, senão o coração; não a carne, senão o espirito; não as vísceras, senão a alma. O homem tinha necessidade de um alimento espiritual, e o Salvador misericordioso proveio, com piedosa atenção, o alimento da alma com o manjar melhor e mais nobre. A generosa liberalidade elevou-se à altura da necessidade e a caridade igualou-se à conveniência, de forma que o Verbo de Deus, que é manjar e alimento das criaturas racionais, feito carne, se deu como alimento às próprias criaturas, é dizer, à carne e ao corpo do homem. O homem, pois, come o pão dos anjos, do qual o Salvador disse: “Minha carne é verdadeiro manjar e meu sangue verdadeira bebida.” Este manjar se toma, mas não se consome; se come, mas não se modifica. Pois, não se transforma naquele que o come, senão que, se se recebe dignamente, faz ao que o consome, semelhante a Ele. Excelso e venerável sacramento, amável e adorado: és digno de ser celebrado, exaltado com os mais emotivos louvores, pelos cantos inspirados, pelas mais íntimas fibras da alma, pelas mais devotas oferendas. És digno de ser recebido pelas almas mais puras! Glorioso memorial: deverias ser guardado entre as mais profundas pulsações do coração; impresso indelevelmente na alma; encerrado nas intimidades do espirito; honrado com a maias assídua e devota piedade! Dirijamo-nos sempre a tão grande sacramento, para lembrarmo-nos em todo instante daquele de quem deveria haver sido o perfeito memorial, e o foi (o sabemos). Pois recordamos mais aquela pessoa cuja casa e presentes constantemente contemplamos. Ainda que este sacramento sagrado seja celebrado todos os dias no solene rito da Missa, contudo, acreditamos útil e digno que se celebre, ao memos uma vez no ano, uma festa mais solene, em especial para confundir e refutar a hostilidade dos hereges. Pois, na Quinta-feira Santa, dia em que Cristo o instituiu, a Igreja universal, ocupada na confissão dos fiéis, na bênção do crisma, no cumprimento do mandato de lavatório dos pés e em outras muitas sagradas cerimônias, não pode atender plenamente a celebração deste grande Sacramento. Da mesma forma que a Igreja atende aos Santos, que se veneram no curso do ano, e ainda que nas ladainhas, nas Missas e em outras funções, se renove sua memória com grande frequência, entretanto, recorda seu nascimento em determinados dias, com mais solenidade e com funções especiais. E como nestas festas, quiçá os fiéis omitam algum de seus deveres, por negligência ou pelas ocupações...