
Linguagem é poder, tanto aproxima quanto segrega. Alguns autoproclamados super sabedores são mestres em dizer nada enquanto simula estar fazendo análises profundas. Sofrem da síndrome "Clarice Lispector", citam autores e trabalhos encontradas no resumo do Google. Temos que admitir que são excelentes mais atores. Empertigam-se na busca submarina de dicionário e pronto. São mercadores do poder quântico da idiossincrasia da condição humana enquanto flagelo do equilíbrio natural das coisas no sentido platônico.