
Ângela Diniz, 32 anos, socialite brasileira, foi assassinada pelo companheiro Doca Street com quatro tiros no rosto e um na nuca, após discussão na casa de praia em Armação de Búzios (RJ). O assassinato, o julgamento e a participação da sociedade no caso se tornaram um marco na história criminal do país. Termos como “legítima defesa da honra”, focado na moral feminina, usados em defesa de Doca, e “quem ama não mata”, movimento social após o crime, são lembrados até hoje. Percival e Lombardi analisam o crime e a sociedade da época, sem deixar de lado a visão de criminalistas humanistas e conectados com a verdade e justiça.