
Araceli Cabrera Sánchez Crespo, de 8 anos, não voltou da escola onde estudava, em Vitória (ES). O corpo da menina foi encontrado seis dias depois, nos fundos do hospital infantil da capital capixaba. Estava desfigurado por ácido, com marcas de violência e abuso sexual. Araceli foi mantida em cárcere privado por dois dias, no porão e no terraço de um bar que pertencia à família de um dos suspeitos, da família Michelini, influente no estado.