
Não vim fazer divulgação gratuita para a produtora do jogo (que aliás nem comprei ainda pois não tenho dinheiro, Activision me nota), muito menos convencer qualquer leitor de que o Crash é o melhor mascote de videogame que existe, deixando Mario e Sonic no chinelo (o que é óbvio para qualquer sonysta como eu), mas, na verdade, utilizar o universo de Crash para refletirmos sobre uma tecnologia aparentemente distante, porém que bate em breve a nossa porta: a modificação genética.