
Talvez o título seja um pouco exagerado, mas será que não estamos negligenciando a relevância social da fofoca? Todo dia a gente lida com boatos, maledicência e motoboys de treta (o famoso leva e traz); também vivemos os julgamentos sociais sobre o conteúdo da fofoca, quem a faz e sobre a pessoa-alvo. O que leva a pensar: como esse comportamento, aparentemente nocivo, ainda perdura? Teria ele alguma função com valor de sobrevivência?