
Em meados de 2020, ano 1 da pandemia, eu era apenas um estudante de engenharia química, trabalhando em um laboratório de eletroquímica e corrosão no departamento de engenharia metalúrgica da UFRGS. Estava em um projeto de IC (iniciação científica) vinculado a uma mestranda de engenharia de materiais, que visava obter um tipo diferenciado de capacitor a base de nanotubos de nióbio para o uso no armazenamento de energia, que, até aquele momento, eu achava que era uma área da engenharia elétrica.