
Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) mudou a classificação da Síndrome de Burnout, retirando-a da seção “Problemas relacionados com a organização do modo de vida” e inserindo-a na seção “Problemas relacionados com o emprego ou desemprego”, as discussões sobre saúde ocupacional começaram a se ampliar, principalmente no Brasil.