
A “Fórmula Ubisoft” de fazer seus jogos, hoje, é bem conhecida e até mesmo copiada por outras empresas. Um mundo aberto para ser explorado, bases para serem liberadas que aumentam o mapa, muitos colecionáveis, um número excessivo de missões secundárias (muitas vezes repetitivas e chatas), recompensas... Enfim, muito conteúdo e pouca “sustância”. Pode-se dizer que o embrião dessa fórmula, começou com Far Cry 2 e se solidificou com Far Cry 3, mas já em Far Cry 4 de 2014 ela mostrava sinais de cansaço.