
4 de Julho de 1776 assinava-se a independência dos EUA no meio do profundo caos, desigualdade e pobreza. No entanto o ideal era o de formar uma família, um sonho em que todo e qualquer homem, mulher e criança pudesse viver como igual. Sob os céus atentos desenhava-se um manual de transformação que mudaria o mundo ocidental para sempre, nascia a nação mais jovem e também a mais influente de sempre. O seu entusiasmo foi e continua a ser contagiante mas a sua persona adolescente assusta no seu extremismo. Hoje volvidos quase 246 anos, Plutão encontra-se na mesma posição (27 graus em Capricórnio) que o nascimento de um país que está a aprender a regenerar-se a si mesmo. Se Plutão domina todo e qualquer assunto relacionado com morte, este também contempla vida pelo que transporta consigo um potencial infinito de história ser reescrita. Por aqui, vou fazendo paralelismos no tempo e espaço. No mês de Março acontecerá o auge inspirado entre Júpiter e Neptuno em Peixes, pela primeira vez desde 1856, as vésperas da guerra civil americana, na qual todos os seus valores iniciais seriam subvertidos perante a chacina de milhares de cidadãos americanos e que ainda divide politicamente o país (the south shall rise again?). Enquanto isso vou exclamando para comigo mesma quão estranho é ouvir uma composição de 1985 e nada, absolutamente ter sido modificado. Enquanto Sting espera que os russos amem também os seus filhos eu imploro que todos nós em nome de uma independência sem isolamento amemos todas as crianças do mundo e o futuro que elas são. Agora sim, over n'out