
O alerta contra o "golpe do falso advogado" foi intensificado pela Subseção da OAB de Getúlio Vargas nesta quinta-feira, 05 de fevereiro, após o registro de uma vítima na região com prejuízo de R$ 21 mil. Em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, a presidente da entidade, Mariana Martinelli, detalhou que os criminosos utilizam dados públicos de processos judiciais eletrônicos para conferir veracidade à abordagem e pressionar por pagamentos inexistentes. O crime baseia-se no acesso a informações como número do processo, nomes das partes e valores a receber. Com esses dados, os golpistas criam contas de WhatsApp utilizando a foto e o nome do advogado real do cliente, exigindo transferências via PIX sob o pretexto de taxas para a liberação de alvarás ou custas judiciais.