
Para muitos, os alertas proferidos pelo físico teórico britânico Stephen Hawking em 2014 soavam como enredos de ficção científica: máquinas que se auto-melhoram, redesenham o próprio “software” e, num piscar de olhos, ultrapassam os humanos em inteligência, deixando-nos para trás. Mas essa possibilidade parece ganhar contornos cada vez mais reais.