
As autoridades Romanas desenvolveram a ideia de que o espirito do imperador era divino. A maioria dos Romanos, por causa de seu panteão, não tinham problema em prestar culto ao imperador. Porém os cristãos sabiam que isso era idolatria. As perseguiçoes, o sangue derramado dos mártires, se tornaram como lenha para aumentar e alastrar o fogo do avivamento.