
Fala pessoal, tudo bem com vocês? Por aqui tudo bem. Temos trabalhado bastante para construir um podcast interessante, a cada dia com episódios que te façam refletir sobre sua vida, e sobre as relações que te cercam. Dentro deste espírito, preparamos uma coisa diferente para vocês hoje: gravamos uma sequência de três episódios sobre um mesmo tema. E isto se justifica: o tema em questão são as situações que envolvem a delicada e complexa missão do Perdão, palavrinha difícil de se colocar em prática, tanto na hora de se pedir perdão, como na nossa vez de conceder o perdão. Quando conversamos sobre este tema, como fazemos sempre antes de gravar, ficou claro para nós que precisávamos analisar o tema sobre três mirantes: o motivo sobre o qual se deve pedir perdão a alguém; a pessoa que deveria fazer o pedido de perdão; e a pessoa que, em recebendo tal pedido, deveria perdoar ou não. Este 4º. Episódio – e o primeiro do que chamaremos de “Trilogia do Perdão” – tem o instigante título “Nem Deus perdoa tudo” e traz nossa análise sobre a questão que envolve os fatos que merecem um pedido de perdão. Para tal, criamos um neologismo, isto é, uma palavra nova chamada “Perdoômetro”, um aparelhinho imaginário, composto de “graus”, como num termômetro, que mediria, por assim dizer, os critérios que poderiam “esquentar” ou “esfriar” as chances de alguém ser perdoado. Quer saber quais seriam estes graus? Ouça este primeiro episódio da “Trilogia do Perdão” que a gente te conta. E depois você conta pra gente o que achou desse nosso novo “aparelho”. Será que vale a pena a gente patentear esta invenção?