
O primeiro baião do ano é sobre modelos de pensamentos e atitudes que envolvem gestão de riscos. Trata-se da clássica consciência sobre as consequências de uma aç É assim que a Finlândia tem conseguido evoluir na gestão publica educacional, envolvendo a comunidade na solução dos problemas, equilibrando distribuição de autonomia e atualizando a matriz educacional aos comportamentos e necessidades da época. Também é sobre isso a iniciativa de funcionários do Google em criar o primeiro sindicato de uma gigante de tecnologia. Vai dar certo? É por um motivo justo? O tempo vai dizer. A cada ação, seja na Finlândia ou no Google, avalia-se prós e contras, escolhe-se uma estratégia e a vida segue. O que há de comum entre elas? O fato de não evitarem a mudança. Mudar e evoluir é preciso. Pra tudo há risco, assim como em tudo se pede um exercício consciente sobre os novos caminhos. Este, aliás, é o ponto de mais uma discussão desse baião, que trata do dilema de profissionais no mercado pandêmico. Afinal, é um momento muito turbulento para considerar estar numa startup? Ou é mais seguro buscar colocação em empresas maiores, mais robustas e mais tradicionais? Vem com a gente. O baião voltou