
Imagem do registro da performance Xe rapó, de Andrey Guaianá Zignnatto. Solo de terra batida avermelhada, seca, com rachaduras e poucos tufos de mato que insistem em brotar sob iluminação forte de um dia muito ensolarado. Bem no centro da imagem uma cratera rasa, pequena e circular com diâmetro pouco maior do que um prato. Ao fundo parte da elevação de um barranco. No lado superior da pequena cratera, vistas do joelho para baixo há duas pernas com pinturas pretas de grafismos indígenas nas canelas, chocalhos nos tornozelos e os pés descalços. Há dois braços com pinturas pretas de grafismos indígenas estendidos para baixo colocando sobre a cratera rasa um tijolo baiano de barro úmido marrom, com nove furos laterais. No pulso esquerdo uma pulseira de chocalho. AUDIODESCRIÇÃO MARÉ DISSIDENTE ACESSIBILIDADE CRIATIVA Elaboração de texto: Silvia Silveira e Gean Marchesine Consultoria: Edgard Jacques Narração: Gean Marchesine