
No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa as perspectivas para a cultura do feijão na safra 2026/2027. Os números da Conab, as diferenças entre os tipos de feijão, os efeitos do El Niño sobre as lavouras e o comportamento dos preços estão entre os destaques do mercado. Destaques do episódio: 🌱 Área plantada e produção: o primeiro levantamento da Conab para a safra 2026/2027 estima 808,2 mil hectares de feijão na primeira safra, aumento de 1,9% em relação ao ciclo anterior. Apesar da expansão da área, a produção deve recuar 1,1%, para 963,1 mil toneladas. 📊 Feijão-carioca sustenta as cotações: o feijão cores, que concentra a maior produção nacional, não tem previsão de aumento significativo de oferta para recompor os estoques, fator que pode contribuir para sustentar os preços. 🫘 Perspectivas por variedade: o feijão preto apresenta expectativa de expansão da produção, enquanto o feijão-caupi tende a registrar retração, influenciado por fatores de mercado e pelas condições climáticas. 🌦️ El Niño no radar: a persistência do fenômeno durante a primavera e o início do verão pode provocar irregularidade nas chuvas entre outubro e dezembro, período decisivo para o desenvolvimento das lavouras e a consolidação do potencial produtivo. 💰 Preços do feijão: no Paraná, o preço médio ao produtor para o feijão preto foi de R$ 233,58. Já o feijão cores, de qualidade nota 9,0, registrou cotações entre R$ 350,00 e R$ 360,00, segundo o IBRAFE. 🚜 Crédito para a produção: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio e investimento para a cultura do feijão, com prazos adequados e condições de financiamento compatíveis com o mercado. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! 👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br