
Nos últimos anos, tem ganhado espaço entre muitas mulheres a ideia de reorganizar suas redes de afeto: priorizar amizades, criar comunidades, construir redes de apoio e, em alguns casos, deixar de colocar o relacionamento amoroso ou a família no centro da vida. Para comentar esse fenômeno, o BdF desta terça-feira (1º) recebe Eliane Gonçalves, doutora em sociologia e especialista em gênero e sexualidade.