
Quando uma casa modernista aparece em um clássico do James Bond, a gente já sabe: não é gente do bem que mora ali. O terceiro episódio do Betoneira questiona por que a casa do vilão é sempre mais bonita que a do mocinho. O que isso significa na prática da arquitetura e no nosso subconsciente? Vem com a gente assistir, ou melhor, escutar esse filme.