
“Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino, e todos os dias se banqueteava esplendidamente. Havia também um mendigo chamado Lázaro, que jazia à sua porta, coberto de chagas. Desejava ele saciar-se das migalhas que caiam da mesa do rico, mas ninguém lhas dava. E até os cães vinham lamber-lhe as úlceras".