
Vivenciar, beneficiar e, acima de tudo, sentir a aura rejubilante emanada por essa apoteose é, portanto, a única cor que nos falta na palete inerente à nossa alma. Não ficaram convencidos? Leiam o poema “Branco e Vermelho”, de Camilo Pessanha, e logo percebem! Bernardo Correia URL: https://leiturascool.blogs.sapo.pt/branco-e-vermelho-9620