
É raro conseguir falar, assim publicamente, de sentimentos, perdas e expetativas. Mas, fiz a mim própria um desafio e deixei fluir. Quero ser eu. Um Eu partilhado, o quanto baste, mesmo correndo o risco da vulnerabilidade. E nessa reflexão encontrei a, a companheira da minha vida adulta. Com quem no silêncio tantas vezes sorri e também chorei, sendo garantidas as lambidelas de consolo. Falar sobre um cão, dizer isto assim, parece pouco. Não é. Hoje decidi falar sobre Família e sobre a perda.