
O “nós” parece um ambiente cada vez menos seguro para habitar. O outro entra na minha vida e eu entro na vida do outro como um risco. De repente, nossas relações, vínculos e afetos se tornam um vulcão em plena erupção. Ninguém sai ileso. Existe uma fórmula ideal na qual a soma do eu + o outro se tem um “NÓS” seguro? Ou sempre existe o risco da crueldade na vulnerabilidade? Noto que me torno os porões em que os fantasmas do outro fazem morada.